Quando eu for velha vou querer um aparelho pra não ouvir
e um cérebro-corpo de não pensar.
Agora, eu quero ficar velha logo.
terça-feira, maio 30, 2006
domingo, maio 28, 2006
Polvo de estrellas*
Vale
Una vida lo que un sol
Una vida lo que un sol
Vale
Se aprende en la cuna,
se aprende en la cama,
se aprende en la puerta de un hospital.
Se aprende de golpe,
se aprende de a poco y a veces se aprende recién al final
Toda la gloria es nada
Toda vida es sagrada
Una estrellita de nada
en la periferia
de una galaxia menor.
Una, entre tantos millones
y un grano de polvo girando a su alrededor
No dejaremos huella,
sólo polvo de estrellas.
Vale
Una vida lo que un sol
Una vida lo que un sol
Vale
Se aprende en la escuela,
se olvida en la guerra,
un hijo te vuelve a enseñar.
Está en el espejo,
está en las trincheras, parece que nadie parece notar
Toda victoria es nada
Toda vida es sagrada
Un enjambre de moléculas
puestas de acuerdo
de forma provisional.
Un animal prodigioso
con la delirante obsesión de querer perdurar
No dejaremos huella,
sólo polvo de estrellas.
*musiquinha de aniversário... inspirada pelo meninos "quintalogados" que acharam uma função cósmica para minha existência... amei...
(músicas, já que ganhei um presente sonoro repleto de chorados tangos)
Una vida lo que un sol
Una vida lo que un sol
Vale
Se aprende en la cuna,
se aprende en la cama,
se aprende en la puerta de un hospital.
Se aprende de golpe,
se aprende de a poco y a veces se aprende recién al final
Toda la gloria es nada
Toda vida es sagrada
Una estrellita de nada
en la periferia
de una galaxia menor.
Una, entre tantos millones
y un grano de polvo girando a su alrededor
No dejaremos huella,
sólo polvo de estrellas.
Vale
Una vida lo que un sol
Una vida lo que un sol
Vale
Se aprende en la escuela,
se olvida en la guerra,
un hijo te vuelve a enseñar.
Está en el espejo,
está en las trincheras, parece que nadie parece notar
Toda victoria es nada
Toda vida es sagrada
Un enjambre de moléculas
puestas de acuerdo
de forma provisional.
Un animal prodigioso
con la delirante obsesión de querer perdurar
No dejaremos huella,
sólo polvo de estrellas.
*musiquinha de aniversário... inspirada pelo meninos "quintalogados" que acharam uma função cósmica para minha existência... amei...
(músicas, já que ganhei um presente sonoro repleto de chorados tangos)
sábado, maio 27, 2006
FUSIÓN
"¿Dónde termina tu cuerpo y empieza el mío?
A veces me cuesta decir.
Si desde el corazón a los dedosno hay nada en mi cuerpo que no hagas vibrar.
Donde termina tu cuerpo y empieza el cielo no cabe ni un rayo de luz.
Yo sólo quiero que sepas:no estoy aquí de visita,y es para ti que está escrita esta canción"
domingo, maio 21, 2006
terça-feira, maio 16, 2006
im (pressões)
máquina de escrever.
muito mais moderna,
você escreve, e ela, automaticamente,
já imprime o conteúdo.
muito mais moderna,
você escreve, e ela, automaticamente,
já imprime o conteúdo.
domingo, maio 14, 2006
quinta-feira, maio 11, 2006
Intercaladas interdições
E por aqui, hora bom, hora ruim; hora boa, hora ruim.
E pro menino: hora boa e ruim! Pode ser?
E ela então entendeu que nem sempre era bom que cada uma carregasse apenas aquilo que lhe pertencesse. Porque talvez ela não fizesse parte da bagagem de alguns.
hora bom E hora ruim.
E pro menino: hora boa e ruim! Pode ser?
E ela então entendeu que nem sempre era bom que cada uma carregasse apenas aquilo que lhe pertencesse. Porque talvez ela não fizesse parte da bagagem de alguns.
hora bom E hora ruim.
domingo, maio 07, 2006
Ela disse (em dia de jogo)
"Cada um fica com o que lhe pertence"
digo eu: "eu? eu danço comigo mesmo".
(prefiro não pertencer)
digo eu: "eu? eu danço comigo mesmo".
(prefiro não pertencer)
quinta-feira, maio 04, 2006
segunda-feira, maio 01, 2006
segunda-feira, abril 24, 2006
ainda, o mar
Do cais ao caos...
do caos ao cais...
num movimento de ir e vir
onde ela se perdia e encontrava novos pedaços
e os perdia
e encontrava outros...
do caos ao cais...
num movimento de ir e vir
onde ela se perdia e encontrava novos pedaços
e os perdia
e encontrava outros...
sexta-feira, abril 21, 2006
Via o mar. Via e via.
Será que não tinha pensado nisso antes?
Via o mar desde sempre. Só agora pensava que o via?
Devem ter tantas coisas que a gente vai vendo com o passar dos dias que a gente deve ficar impressionado. Imagina! Passar anos olhando pra mesma coisa e só, de repente, a ver!
O mar naquele dia estava igual.
Mas agora ela o via.
E via e via.
E não cansava.
Ondas em diagonais.
Ondas com a crista descompassada.
Ondas desritimadas.
Nada repetitivo.
E pensou, como nunca anteriormente havia pensado:
“Essa imensidão. Tão imensa para os olhos.
Como pode fazer isso que faz?
Me enche, me preenche, me transborda.
E ao mesmo tempo, me falta, me foge, me faz parecer que não tenho fundo”.
Será que não tinha pensado nisso antes?
Via o mar desde sempre. Só agora pensava que o via?
Devem ter tantas coisas que a gente vai vendo com o passar dos dias que a gente deve ficar impressionado. Imagina! Passar anos olhando pra mesma coisa e só, de repente, a ver!
O mar naquele dia estava igual.
Mas agora ela o via.
E via e via.
E não cansava.
Ondas em diagonais.
Ondas com a crista descompassada.
Ondas desritimadas.
Nada repetitivo.
E pensou, como nunca anteriormente havia pensado:
“Essa imensidão. Tão imensa para os olhos.
Como pode fazer isso que faz?
Me enche, me preenche, me transborda.
E ao mesmo tempo, me falta, me foge, me faz parecer que não tenho fundo”.
terça-feira, abril 18, 2006
Não foi ela que me disse, isso eu li num livro
"querem a minha perda".
fiquei querendo também.
(os percalços do desejo)
fiquei querendo também.
(os percalços do desejo)
domingo, abril 16, 2006
segunda-feira, abril 10, 2006
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