segunda-feira, setembro 07, 2009

5 comentários:

Andrea disse...

Amore lindo teu trabalho, demais, parece que vc pega a chuva com a mão, transpõe para o papel e vira outra coisa, espaços, lindo demais demais demais amei
bjs deia

Maya Redin disse...

lindo lindo lindo de novo. esses sao fabulosos. estouram nos olhos. ja notou como a perspectiva tridimensional nesses desenhos dialogam quase que "osmoticamente" com o espaço? o desenho esta dentro da parede, essa que voce desenha...
olha se nao tem algo do vazio de yves? quanta plenitude desenhar paredes brancas e coloca-las nas próprias paredes brancas.
me faz lembrar de "chove nenhuma chuva cai na chuva". ou de "il pleut na chuva".
ja pensou nisso?

Andrea disse...

Eu sei pouco-quase nada do yves, mas fico maravilhada com as dimensões que vc cria, aberturas nas paredes e elas abrem novas paredes, elas furam o espaço, criam buracos... fundam tempos paralelos e eles se comunicam, sim, 'osmoticamente', é lindo demais isso que vc fez ali/aqui
a poética do multifurcado, existências-plurais-infinitas, e a presença do furo, a parede mais escura, da esquerda abre uma passagem para o outro lado do desenho, aquele que não está ali, convoca para seguir, mais um passo... amei demais o que vc fez. é muito. bjins

Andrea disse...

Pensei: extensões descontínuas, a mesma matéria, a chuva, em diferentes outros de si mesmo, e subraídos, roubados, da possibilidade mesma,da continuidade
(ando lendo Bataille, por isso)
a subtração como uma operaçao de nscimento, coisas dessa ordem, interrompimento, cortes de perspectiva, buracos acontecimentais...

MayrA disse...

preciso muito de vcs. fazem-me pensar, recriar, exisitir. Obrigada pelas palavras que dão nome para isso...